Carregando

Fique por dentro

  • O Biovel realiza diariamente exames com a metodologia de Citometria de Fluxo: CD3 , CD4 , CD8 , CD34 e HLA-B27. Essa técnica conta e analisa partículas microscópicas, tais como as células e os cromossomos, suspendendo-os em um fluxo de fluido e passa os por um aparelho de detecção eletrônica. A tecnologia tem aplicações em vários campos, incluindo biologia molecular, patologia, imunologia, biologia vegetal e biologia marinha. Tem ampla aplicação na medicina (especialmente em transplantes, hematologia, imunologia do tumor e quimioterapia, avaliações do sistema imune, etc).


    CD4: Os linfócitos T CD4 são específicos para a maioria das infecções oportunistas, como pneumonicistose, citomegalovírus e toxoplasmose. Diminuição de CD4 também pode ser encontrada em outras situações que não a SIDA: tuberculose, hepatite B, criptococose e síndrome de linfocitopenia CD4 Idiopática, linfoma de hodgkin (uma forma de câncer que se desenvolve nos linfonodos) ou leucemia. Os resultados alterados, acima do valor de referência, podem indicar risco de leucemia linfocítica aguda, mononucleose infecciosa ou mieloma múltiplo. Na infecção pelo HIV há uma predileção por esta categoria. A contagem de CD4, juntamente com a avaliação clínica e a medida de carga viral plasmática, são parâmetros a serem considerados na decisão de iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA.


    CD8: Os linfócitosTCD8são citotóxicos, eliminando células infecciosas ou neoplásicas. Tem importante papel no controle de infecções, lisando células infectadas por vírus, protozoários e alguns fungos. A contagem de CD8 não prediz a evolução dos pacientes com SIDA. Os resultados acima do valor de referência podem indicar risco de infecção por citomegalovírus ou por epstein barr, hepatite B, hipogamaglobulinemia ou drogas (metadona).


    CD3: Os linfócitos T CD3 é usado na avaliação do estado imunológico do paciente com imunodeficiência e auxilio no acompanhamento terapêutico, ou seja, monitoramento da população de linfocitos T em doenças autoimunes, imunodeficiências, infecções virais e emsindromes linfoproliferativas. A caracterização do CD34 por citometria de fluxo é hoje em dia largamente reconhecida como um método de quantificação da população de Stem Cell hematopoietica, importante nos procedimentos de transplante de medula óssea. Tambémutilizado emprotocolos de pesquisas eemmateriais para criopreservação.


    HDLA-B27: Os antígenos HLA são produtos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade. Alguns destes antígenos estão relacionados à presença de determinadas doenças. A associação mais frequente é a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27, que está presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. Apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmissão da doença aos seus descendentes. Aumento na incidência do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de reiter, uveíte anterior, artrite reativa e artrite psorítica.

  • A anamnese e o exame físico são a base do diagnóstico clínico e constituem os elementos orientadores da indicação de exames complementares.

    São múltiplas as finalidades dos exames complementares na área da oncologia. A solicitação destes exames visa a avaliar o tumor primário, as funções orgânicas, a ocorrência simultânea de outras doenças e a extensão da doença neoplásica (estadiamento). Além disso, os exames complementares são indicados para detecção de recidivas, controle da terapêutica e rastreamento em grupos de risco. Os exames utilizados para diagnosticar e estadiar o câncer são, na maioria, os mesmos usados no diagnóstico de outras doenças. Assim é que os exames laboratoriais, de registros gráficos, endoscópicos e radiológicos, inclusive os ultra-sonográficos e de medicina nuclear, constituem meios pelos quais se obtêm a avaliação anatômica e funcional do paciente, a avaliação do tumor primário e suas complicações loco-regionais e à distância.

    Alguns tumores se caracterizam pela produção de substâncias, cuja dosagem é usada como meio diagnóstico, como parâmetro de estadiamento, como controle da terapêutica e como fator prognóstico. Essas substâncias são conhecidas como marcadores tumorais. Os principais marcadores de valor clínico reconhecido e os tumores a que correspondem estão relacionados no quadro a seguir. É necessário ressaltar que, dependendo da dosagem desses marcadores, eles podem ser interpretados como de resultado normal, suspeito ou patológico. 


    Alguns marcadores tumorais de valor clínico reconhecido


    Marcador

    • Antígeno carcinoembrionário
    • Alfa-fetoproteína
    • Gonadotrofina coriônica
    • Tirocalcitonina
    • Beta-2- Microglobulina
    • CA 125
    • CA 15-3
    • CA 19-9
    • CA 72-4
    • HTG
    • PAP
    • PSA
    • SCC
    • TPA

    Problemas Específicos

    • Tumores do trato gastrintestinal
    • Tumor do fígado, tumores embrionários
    • Tumores embrionários e placentários
    • Carcinoma medular de tiróide
    • Mieloma múltiplo e linfoma maligno
    • Carcinoma de ovário
    • Carcinoma de mama
    • Carcinoma de pâncreas, vias biliares e tubo digestivo
    • Carcinoma de estômago e adenocarcinoma mucinoso de ovário
    • Carcinoma de tireóide
    • Carcinoma prostático
    • Carcinoma prostático
    • Carcinoma epidermóide do colo uterino, cabeça e pescoço, esôfago e pulmão
    • Carcinoma de bexiga

    Indicação Criteriosa de Exames Complementares

    Deve-se avaliar cuidadosamente uma série de fatores antes da solicitação dos exames complementares, pois a realização de múltiplos exames não significa, obrigatoriamente, maior acerto diagnóstico. Verifica-se, freqüentemente, uma solicitação excessiva de exames, o que acarreta aumento dos custos da assistência à saúde. Deve-se notar também que, ao contrário da opinião corrente, o fato de um serviço dispor de aparelhos sofisticados não significa, necessariamente, que o padrão da assistência prestada seja superior.

    Relacionam-se a seguir alguns exemplos de equívocos freqüentemente cometidos com relação a exames complementares:


    • solicitação de cintilografia hepatesplênica para detecção de metástases hepáticas, quando este exame não tem valor diagnóstico para esta finalidade.

    • solicitação de seriografia esôfagogastroduodenal, em lugar de duodenopancreatografia, para avaliação de tumor de cabeça de pâncreas.

    • solicitação de exame ultra-sonográfico de abdômen que apresenta drenos, feridas abertas, suturas recentes etc., já que estas condições invalidam o exame.

    • indicação de procedimento invasivo para avaliar a ressecabilidade de tumor, quando o caso não tem indicação de tratamento cirúrgico.

    • solicitação, no mesmo caso, tanto de ultra-sonografia como de tomografia computadorizada do abdômen para detectar metástases hepáticas, quando um só desses exames é suficiente para alcançar tal finalidade.

    É importante lembrar que, conforme já mencionado, os exames devem ser solicitados de acordo com o comportamento biológico do tumor, ou seja, o seu grau de invasão e os órgãos para os quais ele origina metástases, quando se procura avaliar a extensão da doença.


    Fonte: http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=50


  • Alergia é uma resposta imunológica exagerada, que se desenvolve após a exposição a uma substância estranha ao nosso organismo e que ocorre em indivíduos sensibilizados. A predisposição a desenvolver esta sensibilidade depende da genética e da exposição ambiental. 
    Na prática, o alérgico é aquele que adquire defesa contra uma substância inofensiva para a maioria das pessoas, como por exemplo, os ácaros e os pólens. Por ter esta defesa “indesejável”, sempre que se entra em contato com esta substância, haverá uma reação alérgica.
    As reações alérgicas podem ser classificadas em dois grandes grupos:
    Mediada por anticorpos (do tipo IgE), que se manifestam com reações imediatas, e, não mediada por anticorpos (células, imunocomplexos, etc.), que se manifestam mais tardiamente.

    As substâncias que mais comumente causam reação alérgica imediata (mediada por IgE) são:


    • Intradomicilares: ácaros, baratas, mofo (fungos), epitélio de animais (gatos e cães), entre outros.

    • Extradomiciliares: esporos de fungos, pólens, entre outros.

    • Alimentares: ovo, leite, amendoim, soja, peixes, frutos do mar, entre outros.


    As principais doenças relacionadas com os anticorpos IgE e seus principais sintomas são:


    • Asma – tosse, chio no peito, falta de ar.

    • Rinite – obstrução nasal, espirros, coriza, coceira.

    • Conjuntivite – coceira no olho, lacrimejamento, olho vermelho.

    • Sinusite – dor facial, sensação de pressão no rosto, tosse ao deitar-se.

    • Urticária/angioedema – vergões pelo corpo, coceira, inchaço das pálpebras, lábios, garganta, etc.

    • Alergia alimentar – sintomas de asma, rinite, conjuntivite, urticária/angioedema após contato o alimento.

    • Anafilaxia – reação grave, atingindo simultaneamente vários sistemas do organismo.


    Sintomas
    Primeiramente a pessoa entra em contato com um alérgeno e o sistema imune trata-o como um invasor, mobilizando-se para atacá-lo. O sistema imune por sua vez, gera grandes quantidades de um anticorpo chamado “imunoglobulina E – IgE” e este anticorpo é específico para cada tipo particular de alérgeno.
    No sistema respiratório, a alergia poderá manifestar-se como uma doença alérgica no nariz (rinite alérgica) ou nos pulmões e vias aéreas (asma ou hiper-reatividade brônquica).
    Há também a polinose (febre do feno), que é uma doença que ocorre sempre na mesma época do ano – a primavera, quando ocorre a polinização. Os grãos de polens de plantas se depositam nos olhos e nariz, levando a uma reação alérgica. Dentre as plantas que podem causar alergia estão: azevém, ciprestes, eucaliptos, plátanos, acácia e outros.
    Entre as manifestações alérgicas mais comuns estão: crise alérgica respiratória, como rinite ou crise asmática; crises cutâneas, como irritação da pele e pequenas manchas; e crises urticariformes, por picadas de insetos. Estas manifestações podem gerar sintomas diversos, tais como:


    • Espirros;

    • Coriza;

    • Obstrução nasal;

    • Tosse;

    • Irritação na garganta;

    • Desconforto visual, como inchaço e coceira;

    • Gota pós-nasal (catarro escorrendo após a garganta);

    • Chiado no peito.


    Diagnóstico
    É determinado de acordo com os sintomas apresentados pelo paciente. Após o estabelecimento do diagnóstico, é fundamental definir anticorpo (do tipo IgE) contra qual ou quais substâncias estão presentes no paciente. Pode ser feito de duas formas: no consultório médico, pelo teste cutâneo alérgico; e no laboratório, por exame de sangue (CAP FEIA). O exame de sangue pode ser realizado mesmo em indivíduos em uso de antialérgicos, sem sofrer interferência no resultado.


    Tratamento
    É realizado de acordo com o diagnóstico, conforme avaliação do médico. Antialérgicos e corticóides locais (na forma de pomada, spray, pó inalável) e sistêmicos (injetável, comprimido e suspensão), entre outros medicamentos, para o alívio e controle dos sintomas. Para todos os casos, é fundamental evitar (ou excluir, quando possível) o contato com o agente causador do problema. É neste ponto que a definição da substancia causadora do problema se faz fundamental. A imunoterapia específica (tratamento com vacinas) pode ser realizada quando se conhece o causador e é considerada como único método de tratamento capaz de modificar o curso natural da doença, reduzindo a sensibilidade à substância em questão.

  • Asma, conhecida popularmente como bronquite e bronquite asmática, é uma doença de natureza alérgica dos pulmões (brônquios). O asmático reage exageradamente à estímulos como partículas alergênicas (ácaros, polens fungos, etc.), irritantes, poluentes, exercícios físicos, mudanças de temperatura, ambiente, entre outros.
    É uma doença inflamatória de origem imunológica e, portanto, envolve todo o organismo, não estando limitada somente aos pulmões.  Este conceito é importante, pois a doença deve ser tratada como um todo e não somente de forma restrita à manifestação pulmonar.
    Pode ocorrer em qualquer idade, porém, é mais frequente na infância. A estimativa no Brasil, é que cerca de 10 a 15% das crianças em idade escolar tenham asma.

    Sintomas
    O asmático tem tosse frequente, prolongada, em geral noturna que pode prejudicar o sono. Nem sempre tem expectoração. O chiado no peito é outra característica do asmático, acompanhado de dificuldade para respirar, opressão no peito.
    Os sintomas podem estar combinados ou ocorrer isoladamente. Assim, um indivíduo (adulto ou criança) que tem tosse crônica pode ser asmático. Falta de ar que aparece na prática exercícios físicos é outra manifestação típica da asma.

       Principais desencadeantes de crises:
                    Alérgenos (partículas que causam alergia): ácaros, pólens, mofo e animais, insetos;
                    Irritantes: odores fortes de perfumes, materiais de limpeza, etc;
                    Poluentes intradomiciliares: cigarro, fumaça de fogão;
                    Extradomiciliares: resíduos industriais, queima de combustível, poluição;
                    Outros: resfriados, exercícios, mudanças de clima.

    Diagnóstico:
    É essencialmente clínico, realizado de acordo com a história que o paciente relata ao médico, pela presença de insuflação exagerada do tórax, de chiado, de rinite alérgica e de história familiar de doenças alérgicas. O teste cutâneo alérgico, a determinação de IgE específicas e provas de função respiratória são auxiliares no diagnóstico.


    Tratamento
    É baseado nas medidas de higiene do ambiente, medicamentos e vacinas de alergia. Existem medicamentos para aliviar crises (broncodilatadores) e medicamentos profiláticos, utilizados para evitar as crises (corticoides). A melhor via de administração destes medicamentos é a inalatória, pois os medicamentos são aplicados diretamente para no local da reação (pulmão) e podem ser usados em doses menores que as necessárias para tratar por outras vias (oral ou injetável).
    As vacinas são úteis para reduzir a sensibilidade alérgica. Com a aplicação de injeções subcutâneas do alérgeno ao qual o paciente é sensível (determinado pelo teste cutâneo alérgico ou pela IgE específica) é possível diminuir a reatividade alérgica. Isto vai determinar melhora clínica e menor necessidade de medicamentos.

  • A infecção respiratória popularmente conhecida como gripe suína é causada pelo vírus influenza A H1N1. Tecnicamente, o termo "gripe suína" é utilizado para a gripe quando ocorre em suínos, sendo preferível chama-la nos humanos de gripe H1N1. Este vírus é muito contagioso. Através de tosse ou espirro espalha-se rapidamente pelo ar e, ao ser inalado, torna-se a principal via de contágio. Superfícies contaminadas e até mesmo com um simples aperto de mãos podem ser a fonte da infecção.

    Mesmo com o fim da pandemia de 2009, o vírus continua circulando no mundo inteiro, agora produzindo apenas surtos localizados, porque a maioria das pessoas já está imunizada contra ele, seja porque tiveram a infecção natural em 2009 (estima-se que até 30% da população pode ter tido influenza pelo subtipo A/H1N1 2009) ou porque se vacinaram nas campanhas realizadas em 2010, 2011 e 2012.

    Sintomas

    São geralmente similares aos de uma gripe comum. Entretanto, em muitos casos, são mais intensos. Entre os mais comuns podemos citar:

    • Febre de início súbito

    • Calafrios

    • Coriza

    • Tosse

    • Fadiga

    • Dor de garganta

    • Rouquidão

    • Dor de cabeça

    • Mialgia e/ou artralgia (dor muscular e/ou nas articulações)

    • Náuseas e/ou vômitos

    Complicações podem ocorrer em qualquer paciente, entretanto são mais comuns em indivíduos com menos de 2 anos ou mais de 60 anos, gestantes, asmáticos, pessoas com doenças cardíacas, diabetes e outras doenças crônicas. Entre as principais complicações estão a pneumonia, a desidratação e piora das doenças preexistentes.


    Tratamento

    Geralmente, a evolução da gripe é a resolução espontânea em aproximadamente 7 dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas.

    Casos mais graves ou pacientes com risco de complicação, de acordo com a avaliação do médico, devem receber tratamento com medicamento antiviral (Oseltamivir).


    Diagnóstico

    O diagnóstico da gripe é clínico. Entretanto, somente exames laboratoriais específicos podem confirmar a presença do vírus da gripe e determinar se esta é causada pelo vírus Influenza A H1N1 ou por alguma outra cepa menos agressiva.


    O Laboratório Biovel disponibiliza os seguintes testes para diagnósticos de Influenza A (H1N1), com os seguinte prazos e métodos:

    exames h1n1

    Coleta de Amostras

    Seguir corretamente os procedimentos padrões clínicos para a coleta de amostra de Swab Nasal e Soro:

    Swab Nasal

    swab

    • Inserir um swab estéril na narina que tiver maior quantidade de secreção detectada através de inspeção visual.

    • Rotacionar e empurrar gentilmente o swab no interior da narina até sentir uma resistência aproximadamente 2,5 cm) (veja ilustração).

    • Rotacionar por mais algumas vezes o swab na parede interna da narina.

    • Retirar o swab com a Secreção de Nasofaringe e condicioná-lo na Salina

    Soro

    Coleta o Sangue em tubo específico para soro que contenha o gel separador.

    Observações importantes para Pesquisa do Antígeno e Sorologia:


    • Todos os resultados Reagentes devem ser confirmados por PCR em Tempo Real - Biologia Molecular, para diferenciar entre gripe A Sazonal e a Pândemica H1N1.

    • Os resultados Não Reagentes Excluem a possibilidade de contaminação pelo Virus H1N1 (Liberado em 6 horas).

    • No caso de Resultados Não Reagentes ou Indeterminados, persistindo a suspeita clínica de infecção pelo H1N1, uma nova amostra deverá ser coletada 2(dois) dias após a data de coleta desta amostra.


    Casos de recomendação de descarte de Influenza A (H1N1)


    • Caso suspeito em que não foi detectada a infecção pelo vírus Influenza A (H1N1) ou outro Vírus Influenza em amostra clínica viável.

    • Caso suspeito no qual se identificou outro agente compatível com o quadro clinico apresentado em amostra laboratorial.

    • Caso suspeito para o qual não haja amostra laboratorial ou a amostra foi inviável e contato próximo de um caso descartado.


    Consulte seu Médico!