ANTICOAGULANTE LÚPICO PELO RVVT
Código : LUPIC
Material : Plasma Congelado
Volume : 5,0 mL
Sinonimo : Anticorpo antifosfolipideo, LAC, APA, LAc
Metodo : Teste realizado em 2 etapas: 1ª Teste : Teste de triagem dRVVT (teste fosfolípide dependente utilizando reagente com baixa concentração de fosfolípides). 2ª Teste: Teste confirmatório RVVT confirmatório (confirmação da presença do inbidor inespecífico - anticoagulante lúpico - utilizando reagente com alta concentração de fosfolípides).
Rotina : Diária
Resultado : 15 dia(s)
Temperatura : Congelado
Coleta : Jejum de 4 horas. Sangue colhido com citrato (2 TUBOS). Suspender o uso de anticoaglante oral 2 semanas antes da coleta do sangue , se heparina suspender 2 dias antes da coleta. Antes de congelar as amostras, centrifugar 10 minutos a 3500 RPM, para redução do número de plaquetas. Enviar a amostra congelada.
Cod. BHPM : 40304019
Interpretação : Uso: processos trombo-embólicos recorrentes, manifestações trombóticas neurológicas, abortos espontâneos sucessivos e trombose venosa ou arterial. O anticoagulante lúpico (LAC) e os anticorpos anticardiolipina (ACA) estão associados a doenças tramboembólicas, tais como tromboses venosas profundas, tromboses arteriais, abortos espontâneos de repetição, acidentes vasculares cerebrais e plaquetopenia. Estas doenças podem estar associadas à presença somente dos ACA ou somente de LAC, mas, em geral, ocorrem positivamente para ambos. O LAC ocorre na presença de doenças autoimunes (LES, anemia hemolítica autoimune, artrite reumatóide), distúrbios neurológicos (epilepsia, coréia, enxaqueca, esclerose múltipla e S. Guillain-Barré), após a utilização de medicamentos (hidralazina, procainamida, clorpromazina, quinidina, fenitoína, vários antibióticos). - LACs e ACAs não são os mesmos anticorpos e podem ocorrer independentemente. Na vigência de suspeita clínica, ambos devem ser pesquisados. - Estes anticorpos podem ocorrer em duas síndromes intimamente relacionadas, porém, clínica, bioquímica e laboratorialmente distintas: a Síndrome Antifosfolipídica Primária e a Síndrome Antifosfolipídica Secundária. Ambas síndromes estão associadas a manifestações tromboembólicas (venosas, arteriais e de microcircuação) em qualquer tecido ou órgão, e complicações da gestação (abortos espontâneos de repetição, morte fetal, nascimento de prematuros).
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